lunes, 7 de diciembre de 2009

OPUS DEI – O AVANÇO DO TERRORISMO CATÓLICO




Foto 1 _ HITLER e a Igreja Católica, PINOCHET Comungando , Os Militares de Honduras comungando e levantando a cruz EM NOME DE DEUS é a desculpa e

a marcha da família, movimento de cunho moralista e altamente financiado pela CIA, multinaconais e grandes empresas brasileiras e insuflado pela mídia, essencial no processo de derrubada do governo constitucionalista de João Goulart, pelos militares, em 1964. Com o terço na mão e acolitadas por padres e pastores americanos, senhoras da alta sociedade puxavam passeatas-monstro pelas grandes cidades, pregando a queda do "demônio" Goulart.FOTO e ARQUIVO: MINO CARTAVeja tudo sobre a demagogia da marcha que foi inflamada PELOS DITADORES< TORTURADOES, com apoio da mídia e da igrejahttp://www.cpdoc.fgv.br/nav_jgoulart/htm/7A_conjuntura_radicalizacao/A_marcha_da_familia_com_Deus.asp


OPUS DEI – O AVANÇO DO TERRORISMO CATÓLICO

Laerte Braga

A cumplicidade de setores da Igreja Católica Apostólica Romana com a extrema-direita na América Latina é pública, notória e se estende a todos os países da região. Em 2002, quando do fracassado golpe contra o presidente Chávez na Venezuela, ao lado dos golpistas e na posse de Pedro Carmona (mafioso ligado ao tráfico de drogas) estava o cardeal primaz daquele país.

No golpe militar em julho deste ano que depôs o presidente constitucional de Honduras Manuel Zelaya foi decisiva a contribuição da cúpula da Igreja Católica para que militares, empresários, banqueiros e latifundiários tomassem o poder e praticassem, continuem a praticar, toda a sorte de violência costumeira dos regimes totalitários.


Na Espanha de Franco, o ditador fascista,

a OPUS DEI era presença decisiva e o próprio governante integrava a ordem.

A escolha do cardeal polonês Karol Woitjla como papa, João Paulo II, marcou a ascensão da OPUS DEI ao centro do Vaticano e de lá para cá todos os setores progressistas da Igreja Católica foram sendo desmontados e perseguidos como na Inquisição. O ápice desse caráter fascista da ordem e da própria Igreja desde João Paulo II se acentua agora no papado de extrema-direita do ex integrante da juventude hitlerista, o cardeal Ratzinger, chamado Bento XVI.


O presidente “eleito” de Honduras é integrante da OPUS DEI. No Brasil, o ex-governador de São Paulo José Maria de Alckimin é um dos membros da organização.

Com conceitos tradicionais e toda a estrutura de uma sociedade secreta a OPUS DEI é na prática ou uma das principais máfias a atuarem no mundo capitalista, ou uma organização terrorista católica, hoje controlada pelos grandes grupos empresariais e financeiros dos EUA, ou as duas coisas ao mesmo tempo. O seu reconhecimento oficial aconteceu exatamente no papado de João Paulo II.

O célebre cardeal Marcinkus, braço direito de João Paulo II era ligado à máfia, teve prisão preventiva decretada por fraudes financeiras e associação a organizações criminosas e foi o principal responsável pelo desmonte da Teologia da Libertação ao lado de Ratzinger, também braço direito (João Paulo II não tinha braço esquerdo).

O avanço da OPUS DEI se dá através da cúpula da Igreja Romana e curiosamente, ao mesmo tempo que esvazia a essa Igreja (a que mais perde fiéis em todo o mundo) ganha mais poder por se juntar em torno de integrantes das elites políticas e econômicas em suas peregrinações nazi/fascistas.

O que antes era visto com certa desconfiança, sob as bênçãos de João Paulo II, um dos maiores produtos de marketing dos últimos tempos, ganhou ares e reconhecimento oficial.

A recente decisão do bispo de Mariana, tradicional centro católico no Brasil, de proibir um jornal diocesano de publicar críticas ao governador Aécio Pirlimpimpim Neves é um exemplo dessa guinada à direita da cúpula católica e que entre coisas, perseguiu um dos maiores teólogos do mundo, Leonardo Boff.

A OPUS DEI não controla necessariamente cada um dos grupos fundamentalistas da igreja Católica, mas estando no centro de decisões, o papa é integrante da ordem, influi sobre todo o conjunto.
A chamada Renovação Carismática é um apêndice montado para retirar os jovens, principalmente, da influência de padres, bispos e mesmo cardeais ligados à Teologia da Libertação. Não é nada mais que uma versão católica do neopentecostalismo de figuras como Edir Macedo. Um dos seus principais astros no Brasil é Marcelo Rossi, dublê de padre, cantor, apresentador de shows e alienador (cada um tem o Bonner que merece).

As duas recentes participações em operações golpistas na América Latina, onde se concentra uma grande população católica, Venezuela e Honduras, a tentativa de eleger, em 2006, Geraldo Alckimin (notório corrupto e envolvido em várias denúncias nesse sentido), deve servir de alerta para o retorno da Igreja Católica opressora, fascista como nos melhores tempos da Inquisição.

A diferença está no fato que os Inquisidores são substituídos por militares golpistas a soldo dos EUA e todo o conjunto de interesses desse grande império (hoje é o principal acionista do Vaticano, além de maior credor da cidade/estado católico). No Brasil a OPUS DEI, mesmo apresentando um ou outro “trabalhador” como integrante, sustenta-se nos grandes banqueiros, latifundiários e empresários. O Centro da OPUS DEI em nosso País é na cidade de São Paulo, mais precisamente, no complexo predador FIESP/DASLU.

A Igreja Católica Apostólica Romana mais que nunca hoje é uma monarquia absoluta e totalitária a partir do Vaticano (existem resistentes a essa barbárie e esse terrorismo), como nos velhos e supostamente passados tempos da Idade Média.

Não se espantem se Bento VXI numa visão qualquer decidir que a Terra é plana e o centro do Universo, que toda a ciência e qualquer outra fé é ficção. Nunca chegou ao Renascimento, no máximo às cervejarias de Munique para admirar Hitler e agora à Cervejaria Casa Branca para reverenciar Barack Obama.

As câmaras de tortura da Inquisição foram transferidas para quartéis e prisões militares como Guantánamo ou bases instaladas pelo mundo inteiro, a de Honduras, onde com Pepe Lobo assume o governo e o controle do país. E tudo com a bênção do papa.

Há um episódio que serve para ilustrar o papel de batedor (aquele que chega à frente para avaliar o inimigo) de João Paulo II. Quando de sua visita a Cuba o Vaticano bateu o pé, não queria a solenidade no aeroporto de Havana, mas no centro da capital. O governo cubano exigiu e impôs o ato no aeroporto e ali Fidel Castro desarmou o golpe montado em Washington ao dizer que
“milhões de crianças dormirão nas ruas do mundo hoje e nenhuma delas é cubana”.

A despeito de todo o mau caratismo de João Paulo II e de toda subserviência ao império, não havia o que falar e sua visita se limitou aos adeusinhos, bênçãos e coisas assim. Para João Paulo II nunca importaram as milhões de crianças que pudessem estar dormindo no chão, nas ruas do mundo, mas as operações “salvadoras” do cardeal mafioso Marcinkus e o desmonte da Teologia da Libertação.


Castro cobriu de constrangimento o golpismo de João Paulo II.

O assassinato do arcebispo de El Salvador, progressista, por exemplo, crime praticado pela extrema-direita sob batuta da organização terrorista OPUS DEI
, teve como conseqüência protestos formais e ficou do mesmo tamanho. A morte do arcebispo interessava aos EUA, foi um alívio para o Vaticano.

O Brasil foi um dos alvos principais de João Paulo II, pois aqui estavam figuras de destaque na Teologia de Libertação, como os cardeais Paulo Evaristo Arns, os irmãos Lorscheider, Dom Hélder Câmara, bispos do porte de Pedro Casaldáliga, Thomas Balduíno e tantos outros, inclusive o arcebispo anterior de Mariana, Dom Luciano Mendes de Almeida, além de vários sacerdotes diametralmente opostos ao que representa o showman Marcelo Rossi.

Hoje vivem em constante vigilância, muitos perseguidos ou isolados dentro da Igreja no processo de retorno ao período da Inquisição.

Quando da visita do fuhrer Bento XVI ao Brasil, por época da CELAM (CONFERÊNCIA EPISCOPAL LATINO/AMERICANA), o documento final, cuja tradução foi revista por um cardeal da nova ordem fascista católica, várias conquistas foram suprimidas com a desculpa de diferença entre um e outro idioma.

A OPUS DEI é só uma organização católica e terrorista e real o avanço do terrorismo católico sobre a classe trabalhadora (cidade e campo) em todo o mundo, mas principalmente na América Latina e na África. Entre Bento XVI e Edir Macedo a diferença está na fantasia com que se apresentam em público. O papa insiste em aparecer coroado, Macedo com sacos de dinheiro.

São iguais e servem ao mesmo senhor que certamente não é o Senhor que se escreve com letra maiúscula.

A OPUS DEI é uma prelazia pessoal formada por leigos, casados ou solteiros, e sacerdotes, foi reconhecida como prelatura pessoal por João Paulo II em 28 de novembro de 1982. Foi fundada por Josemaría Escrivã de Balaguer, em 2 de outubro de 1928 e fundamental na vitória dos fascistas na Espanha de Franco.

Balaguer foi substituído pelo bispo Dom Álvaro del Portillo e seu falecimento inesperado levou ao comando da organização terrorista Monsenhor Javier Echevarría Rodriguez. O comando é vitalício e o atual dirigente máximo foi sagrado bispo por João Paulo II em janeiro de 1995.

A mortificação, ou auto flagelação é uma das características impostas pela organização terrorista/católica, embora seus principais dirigentes falem em “sacrifícios corporais moderados”.

O centro de poder da OPUS DEI, hoje, está nos Estados Unidos.

Não poucos sacerdotes e estudiosos atribuem a OPUS DEI aspectos cruéis e perversos na luta pelo controle da cúpula católica, além da prática de atrocidades, fatos sempre desmentidos, mas nunca explicados por seus dirigentes. As críticas acabaram por impor a canonização de Josemaría Escrivá, como forma de atenuar a imagem da organização católica/terrorista.

O
livro O CÓDIGO DA VINCI, transformado em filme, mostra a forma de agir da OPUS DEI
. Métodos violentos para alcançarem seus objetivos e o comando da Igreja. O jornalista Cadu Silveira, em seu livro HISTÓRIA VIVA, maio de 2006, atribui a OPUS DEI ligações com regimes autoritários e elites conservadoras. É uma realidade perceptível nas tentativas de golpes militares na Venezuela (fracassado, abril de 2002) e na deposição do presidente Manuel Zelaya em Honduras. O presidente recém “eleito”, em pleito sob controle das armas e intimidações e prisões de opositores, além de abstenção superior a 69% do eleitorado, é integrante da organização.

Vai ver a culpa é do Irã, ou dos palestinos, pode até ser do MST e tudo deve ser complô de Chávez. Já Obama, vai mandar, em nome da cristandade, mais 30 mil soldados ao Afeganistão para “completar o serviço”.

As comemorações serão na Cervejaria Casa Branca. Qualquer comemoração em uma cervejaria qualquer de Munique despertaria maiores suspeitas sobre o caráter terrorista da OPUS DEI.
Fuente: hondurasurgente.blogspot.com
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REAPARECE LA DESAPARICION FORSADA Y EL CRIMEN POLITICO EN HONDURAS

Continua masacre y agresión a miembros de la resistencia y sus familiares,
el de de hoy, cinco de diciembre del corriente mes, varios hombres usando
vestimenta de la Dirección Nacional de Investigación Criminal (DNIC) y
encapuchados, a la una de la mañana, llegaron a las colonias el Carrizal y
la Mery flores, se introdujeron violentamente a las casas donde se
encontraban las señoras
Vilma Martínez y Sonia Castillo; buscaban a la
Señora Ada Martínez miembro activa de la resistencia contra el golpe de
Estado, al no encontrarle se llevaron a las señoras antes mencionadas
.
Este Escuadrón de la muerte continúo su recorrido y allanaron otras
viviendas en la Colonia el Carrizal y se llevaron cuatro personas más
vinculados a la resistencia; hasta la hora de difusión de este llamado las
personas se encuentran desaparecidas.

EL CODEH denuncia la complicidad del poder judicial en esta práctica que
constituye delito de lesa humanidad, denunciamos que los números
disponibles para el turno del poder judicial para interponer los recursos
de exhibición personal contesta una persona que al responder manifiesta
pertenecer a las Fuerzas Armadas de Honduras y que no están disponibles
para atender esos llamados; manifestamos que hasta este momento se ha
hecho imposible presentar un habeas Corpus a favor de las víctimas por el
Número 225-3928 extensión 121 asignado a los Juzgados Unificados de
Francisco Morazán.

El cuatro del corriente mes, en horas de la mañana, fueron allanadas las
oficinas de edición del Periódico el Libertador, quienes los hicieron se
llevaron la computadora que contenía el material para la próxima edición,
abusaron de una de las empleadas a quien amenazaron con cometer actos de
lujuria.

Desde el espacio del CODEH hemos denunciado la creación de Escuadrones de
la Muerte organizados por el Régimen Militar y dirigidos por ex miembros
del 3-16 que operan desde oficinas públicas del Estado; estas personas han
recibido entrenamiento de ex militares del ejército Israelita que han
llegado a Honduras para prestar estos servicios.

Al CODEH le preocupa la situación de persecución selectiva que desde
estructuras clandestinas, dirigidas por oficiales de las Fuerzas Armadas
de Honduras y de la Policía Nacional, se ha desatado en el país; esta
práctica ha desplazado, actualmente, a más de quince personas y familias
obligadas a salir del país por el hostigamiento, allanamientos de morada
en horas nocturnas y atentados criminales, estas prácticas corresponden a
escuadrones de la muerte ya organizados en Honduras, el CODEH ha
presentado, públicamente, la fotografía de los miembros de estas
estructuras; alertamos a la comunidad internacional del desplazamiento de
familias por persecución política, mujeres y niños (as) han empezado a
abandonar este país la persecución selectiva cada día amenaza con más
fuerza la vida, la integridad física, síquica y moral, así como la
libertad.

A la para de esta agresión existe una campaña mediática de apología al
odio hacia los defensores (as) de los derechos humanos, entre estos
periodistas que se dedican a fomentarla se encuentra el Señor Rodrigo Wong
Arévalo quien se ha manifestado, con sorpresa, que las personas que son
privadas de su libertad en el marco de la persecución política tienen el
teléfono del Presidente del CODEH nuestro compañero Andrés Pavón, el
número del Presidente del CODEH es público, lo hemos anunciado por radio y
televisión a fin de estar disponible para todos aquellos y aquellas que
por hoy son perseguidos en Honduras por no doblegarse frente al golpe de
estado.

Por último exigimos a la Fuerzas Armadas de Honduras y la Policía Nacional
dejar en libertad sana y salva a las personas hoy secuestradas con
pruebas, en poder del CODEH, que posesionan fuertes indicios de
responsabilidad de parte de estas estructuras. La Desaparición forzada
esta, nuevamente, enseñando su rostro de impunidad en este régimen militar
de facto, los impunes de ayer son los impunes del presente.

Tegucigalpa Distrito del Municipio Central 05 de diciembre de 2009

Por la Comisión Ejecutiva del Comité para la Defensa de los Derechos
Humanos en Honduras
CODEH

Luchamos por la Paz Defendiendo los Derechos Humanos y la Justicia
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domingo, 6 de diciembre de 2009

El presidente Hugo Chávez Frías, cuestionó la actitud complaciente del gobierno de Estados Unidos con el golpe de Estado en Honduras

"Washington dice que no pasa nada en Honduras"

Tal señalamiento lo hizo en su programa Aló, Presidente número 345, efectuado en el Hotel Maracay, estado Aragua.
Además, señaló que la intención del gobierno del presidente estadounidense, Barack Obama, era hacer “borrón y cuenta nueva” con este hecho, al mismo tiempo refirió que este fue el plan de EEUU durante todo el tiempo. “Detrás de esto está metido el Gobierno de los Estados Unidos. No se dejen engañar por el color de Obama o por su sonrisa. Es el mismo viejo y maldito imperio, pero te vamos a acabar”, manifestó el mandatario.

Precisó:“¡Qué descaro!. Ellos quieren hacer borrón y cuenta nueva, que aquí no ha pasado nada. Esto confirma las denuncias que nosotros hicimos desde el primer día. Ellos están detrás de esto”. Del mismo modo, comentó que el presidente Manuel Zelaya "está refugiado en una embajada rodeada por militares y no lo dejaron votar, pero para el gobierno de Estados Unidos no pasa nada".

Fuente: www.radiomundial.com.ve

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MERCOSUR: ARGENTINA INSISTIRA EN NO RECONOCER A HONDURAS

BUENOS AIRES, 6 (ANSA)-La presidenta argentina Cristina Fernández insistirá, durante la Cumbre Presidencial del Mercosur de Montevideo, en desconocer las recientes elecciones presidenciales en Honduras, informaron hoy voceros oficiales. Los voceros del gobierno argentino anticiparon que durante la cita de Montevideo, Cristina Fernández mantendrá una reunión bilateral con el presidente electo de Uruguay, José "Pepe" Mujica. Fernández reiterará el rechazo al resultado electoral en Honduras que consagró a Porfirio Lobo como nuevo mandatario del país, debido a que las elecciones se realizaron bajo un régimen de facto.

El martes se celebra la última cumbre del año de presidentes del bloque regional y Cristina Fernández hará el discurso de clausura por recibir la presidencia pro témpore.

En simultáneo a la cumbre presidencial, sesionará el Foro de Empresarios de la Unión Europea y el Mercosur, cuya clausura también estará a cargo de Cristina Fernández. ACZ

Fuente: ansa.it

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4 VAGOS Y LA CHUSMA DE MICHELETTI


Estos son los cuatro vagos que completan la chusma en los sueños y labios de Micheleti, un candidato pirujo asediado por los celos politicos y encimismado por caprichos personales, con amplia ambicion de poder y abuso desmedido en contra de los derechos humanos de los hondureños.

Estos son los cuatro vagos que no permitieron la continuaciòn de la dictadura por medio de Elvin Santos, quien se hubiera agenciado un poderio como marioneta de los chafarotes y de los vende patria empresarios y politicos mañosos. Esta es la chusma de Micheleti que ha sido su pesadilla durante los cinco meses que le arrebatò al unico Presidente Constitucional de la Repùblica; esta es la gentuza que no fuè a las urnas a apañar unas elecciones disfrazadas; estos son los cuatro vagos quienes junto a millares de liberales escogieron el camino de la no presencia electoral, lo que da por resultado el mayor abstencionismo en la historia politica de Honduras.

Lastima que hasta el presidente electo es golpista; ahora tiene que ver su bola magica para tratar de remediar cosas que Micheleti ha dejado mal paradas por medio del Golpe de Estado Militar; a ver de que forma se arregla Pepe Lobo con los paises amigos, vista el reves que dio el Congreso de Burros a la democracia al no restituirla; veamos cuanto tiempo le lleva al señor Lobo convencer a la comunidad internacional, porque las arcas del Estado se encuentran en rojo.

Pero como eramos cuatro gatos, somos la peste, la chusma y lo peor de la sociedad; no importando que entre nosotros hayan medicos, maestros, abogados, profesionales, estudiantes, amas de casa; porque para esta clase de politicos nosotros no somos gente. Sin embargo las camisas blancas si son la crema, la nata, la cuajada y el requeson de la sociedad de Micheleti y su pandilla.

Cuatro vagos le hemos quitado el sueño al cabeza de ajo, que tuvo que "recularse" cinco dias para poder pensar, pero pensar que? si por èl piensan otros y son los que le fabrican las cochinadas en los medios de comunicacion golpistas; porque, que toma de decisiones podra tener?: està aislado de la comunidad internacional, no tiene visa para irse a pasar la navidad a los USA, si no es con guardaespaldas no sale a la calle y entonces?, ha caido en una completa miseria, peor que la chusma que el dice que somos. Pobrecito, no tiene la culpa; otros lo incentivaron para que hiciera lo que èl pensò que saldrìa bien, pero no se imaginò jamas, que estos cuatro vagos y su chusma le hariamos la vida de cuadritos.

UCHU CAMPIRANA
Fuente: audienciasinesperadas.blogspot.com
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El “perro de presa” de Rupert Murdoch legitima las elecciones en Honduras poniendo “patas arriba” la realidad

El Heraldo, periódico que ha respaldado a los golpistas hondureños desde el primer momento, que en su día se inventó una “operación militar sin precedentes para generar el caos en Honduras, planificada y coordinada por Chávez desde su despacho en Caracas”, que aseguró entonces que “se pretendía un baño de sangre” (1), difunde un editorial del Wall Street Journal (2) escrito Mary Anastasia O’Grady, y lo presenta destacando dos de las principales reflexiones de la periodista: “el gran apoyo internacional” que tuvieron las elecciones del día 29 y la “gran derrota para Chávez” que suponen las mismas.

El “gran apoyo”, se fundamenta en el reconocimiento de cinco países: EE.UU., Perú, Colombia, Panamá e Israel, y dos o tres más que, asegura O’Grady, “reconocerán” las elecciones, pasando por alto la opinión de organismos internacionales como la ONU o la OEA, que ni siquiera enviaron observadores internacionales. “Naciones Unidas no está envuelta de ninguna manera en las elecciones hondureñas del próximo fin de semana” (3), comunicó el portavoz del Secretario General de la ONU, Farhan Haq pocos días antes de su celebración.

wall-street-journal- y O Grady

La expresión “La derrota de Chávez” sorprende porque el presidente venezolano no participaba en las “elecciones”, como tampoco lo hicieron los más de 100 hondureños que retiraron sus candidaturas al considerarlas ilegítimas e ilegales (4). Alguien podría expresarlo como “la derrota de la democracia”, pero, no nos engañemos, porque lo que se pretendía con esta maniobra era limpiarle la cara al golpe de Estado y sólo se ha conseguido el reconocimiento de EEUU y sus secuaces más leales, logro previsible desde que se perpetró el golpe.

También se ha conservado el status quo vigente, pero ha sido la escasa participación la que ha derrotado al proceso mismo, al corroborarse que el respaldo real con el que los golpistas cuentan se sitúa en torno al 20-25% de la población.

Así pues, los datos demuestran que cinco países y la quinta parte de los hondureños -o poco más- sostienen la pantomima de un gobierno “legítimo”, colocando sus propios intereses económicos por encima de una libertad y una democracia huecas en sus discursos.

Leer el editorial de O´Grady puede ser un sano ejercicio para reconocer cual es el papel primordial de los medios de comunicación corporativos, porque de sus chapuceras mentiras sólo puede deducirse que el periódico con más lectores de EEUU, el Wall Street Journal, no es una fuente fiable de información, y si lo más parecido a “un perro de presa de News Corporation, el grupo mediático de Rupert Murdoch, que gruñe a los ‘parásitos’ que amenazan a su dueño”, tal y cómo lo definió Andrew Clark, periodista de The Guardian.

La tragedia es que, aunque este periódico no se afana en encubrir sus infamias bajo medias verdades u otras técnicas de manipulación más sutiles, si el que lo lee no se molesta en contrastar la información o no cuenta con un conocimiento aceptable de lo que acontece en el mundo, pensará que Honduras “(…) consiguió derrotar las aspiraciones coloniales de sus vecinos más poderosos y preservar su Constitución (…), sin saber que dicha constitución se redactó en 1982, justo cuando EEUU decidió que las dictaduras latinoamericanas debían aparentar otra cosa, aunque continuasen los asesinatos de dirigentes de izquierda y Honduras funcionase como base para aterrorizar al pueblo nicaragüense.

Otras falsas ideas que el lector del Wall Street Journal puede hacer suyas a partir de este editorial, inciden en que las elecciones transcurrieron sin incidentes” (5), y son ”(…) un triunfo nacional en sí mismo para toda la gente que ansía la libertad (…)”, aunque las organizaron los promotores del golpe, el ejército veló frente a las urnas y se obligó a funcionarios públicos a acudir a votar o a asistir al cierre de campaña de Elvin Santos (6) (7).

La prueba irrefutable del éxito de estas elecciones está en ”(…) el hecho de que EE.UU. haya dicho que reconocerá su legitimidad (…)” y la que demuestra una participación tan buena como en las últimas elecciones presidenciales, en que “(…) algunos centros de votación incluso se quedaron, por un tiempo, sin la tinta indeleble usada para marcar los dedos meñiques de los votantes (…)”. Argumentos que el Wall Street Journal debe considerar tan sólidos como para mostrárselos a una oveja que aprendió a leer.

Según datos de la web del Tribunal Supremo Electoral de Honduras, en las elecciones presidenciales de 2001 se registró una participación del 66,27% (8), y en las de 2005, cuando Zelaya ganó a Porfirio Lobo, la participación fue de poco más del 55% (padrón electoral: 3.978.550 / votos escrutados: 2.190.398) (9).

El 30 de Noviembre el TSE publicaba un documento en el que fijaba la participación en las “elecciones” del día anterior en el 61,30%, y la comparaba con un “46%” (10) supuestamente registrado en 2005, dato que los medios internacionales en general dieron por bueno en sus informaciones pero que no coincide con los registrados en la propia web del TSE (55%) seguramente porque su fuente son varios medios de comunicación afines a la oligarquía (La Tribuna, El Heraldo, Canal 10) en lugar de sus propios datos, y su intención, disimular la baja participación por comparación con 2005.

La torpeza de situar el 61,30%, cifra supuestamente oficial del TSE en estas “elecciones”, junto al resultado de la encuesta a pie de urna de una organización afín a los golpistas, “Hagamos Democracia”, con un supuesto resultado en la participación del 47,60% y un margen de error del 1,18% ya hacía dudar de ese 61,30%.

El Frente Nacional de Resistencia Popular mantiene que sólo el 21,5% de los hondureños participó en las elecciones, cifra que se acerca al conteo a boca de urna del Comité para la Defensa de los Derechos Humanos en Honduras (CODEH), que afirma que los votantes no superarían el 22%, con un margen de error del 4,5 por ciento (11).

Pero sigamos leyendo el editorial: “(…) Los socialistas latinoamericanos trataron de desacreditar la democracia hondureña como parte de un esfuerzo para forzar la restitución del depuesto presidente Manuel Zelaya. Ambas partes sabían que si eso sucedía el proceso electoral estaría en riesgo.

Zelaya ya ha mostrado sus cartas cuando organizó a una turba para tratar de llevar a cabo un referendo popular fijado para el 28 de junio para cancelar las elecciones y permanecer en el cargo. Fue una medida ilegal y por ello fue arrestado por orden de la Corte Suprema y, posteriormente, desplazado del poder por el Congreso por violar la Constitución (…)”.

Tal y cómo explicaba Zelaya en una entrevista al diario El País, él acababa su mandato este año y no podía presentarse a las siguientes elecciones de Noviembre, puesto que la consulta o encuesta para proponer una asamblea constituyente que pudiese alterar la ley iba a realizarse ese mismo día. Recordemos que la propuesta al pueblo hondureño ni siquiera era vinculante, y aunque hubiera podido llevarse a cabo y ganado el Sí, la reforma constitucional que permitiese la reelección continúa del presidente habría tenido lugar mucho más tarde.

Así pues, no existía posibilidad para Zelaya de presentarse a las siguientes elecciones y mucho menos “permanecer en el cargo”. Ni siquiera de presentarse a la reelección.

Y se leen infamias hasta el final, pero en mi opinión, se desmontan por sí solas y no merecen comentario:

“(…) La semana pasada, un funcionario del gobierno me dijo que los servicios de inteligencia hondureños se habían enterado (…) Insulza siguió las instrucciones desde Caracas para aplastar la soberanía hondureña (…) todos los candidatos presidenciales, a excepción de uno proveniente de un pequeño partido de la extrema izquierda, querían que se celebraran los comicios (…), aunque Insulza insistió en tildar la deposición de Zelaya de un “golpe de estado”, el ejército nunca tomó el control del poder (…) preside una OEA desacreditada (…) Estados Unidos entendió, después de cuatro meses, que se había equivocado (…) Barack Obama asumió la presidencia con la intención de instituir una política exterior basada en el multilateralismo. Tal vez esta experiencia le enseñe que la libertad realmente tiene sus enemigos (…)”.

Así se las gasta el periódico con más lectores de Estados Unidos.

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(1) http://www.elheraldo.hn/Especiales/Honduras%20en%20contra%20de%20la%20ilegalidad%20del%2024%20de%20junio%20de%202009/Ediciones/2009/07/09/Noticias/Venezuela-tenia-fuerza-militar-para-Zelaya

(2) http://www.elheraldo.hn/Especiales/Elecciones%20Generales%202009%20del%2001%20de%20octubre%20de%202009/Ediciones/2009/12/01/Noticias/Elecciones-en-Honduras-son-una-derrota-para-Chavez

(3) http://www.telesurtv.net/noticias/secciones/nota/62407-NN/honduras-suma-ya-mas-de-100-renuncias-de-candidatos-a-elecciones-ilegitimas/

(4) http://www.telesurtv.net/noticias/secciones/nota/62407-NN/honduras-suma-ya-mas-de-100-renuncias-de-candidatos-a-elecciones-ilegitimas/

(5) http://www.telesurtv.net/noticias/secciones/nota/62635-NN/tension-y-violencia-marcan-jornada-electoral-en-honduras/

(6) http://www.telesurtv.net/noticias/secciones/nota/62649/denuncian-que-gobierno-de-facto-obliga-a-empleados-publicos–a-salir-a-votar/

(7) http://www.revistazo.biz/cms/index.php?option=com_content&view=article&id=755&joscclean=1&comment_id=4914&Itemid=1

(8) Pag. 13.

http://www.tse.hn/jc/documentos/estadisticas_y_proce_elec/elecciones%202001/Presidente%202001.pdf

(9) Pag. 1.

http://www.tse.hn/jc/documentos/estadisticas_y_proce_elec/elecciones%202005/Presidente_2005.pdf

(10) http://www.tse.hn/jc/sala_prensa/monitoreo_prensa.html#

(11) http://www.rel-uita.org/internacional/honduras/triunfa_el_pueblo.htm

(12) http://www.elpais.com/articulo/internacional/Zelaya/regresa/Tegucigalpa/sera/detenido/elpepuint/20090630elpepuint_23/Tes

Fuente: blogs.tercerainformacion.es

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Un video viejo de Pichu Zelaya pero con tanta vigencia!

Fuente: TVZL - Youtube.com

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Las elecciones de Honduras realizadas el 29 de noviembre por el gobierno golpistas estaban inherentemente fallidas.

Sarah Burns, Valley Glen, California

Las elecciones de Honduras realizadas el 29 de noviembre por el gobierno golpistas estaban inherentemente fallidas.

Decenas de miles de tropas y policías vigilaron los centros de votación e incluso distribuyeron literatura electoral. Esas fuerzas son las responsables de asesinatos, violaciones, golpizas y detenciones de la gente opuesta al golpe. Los reportes de prensa citaron a mucha gente que dijo que no votaría por temor.

El gobierno de EEUU esta equivocado al reconocer estas elecciones como legítimas y está así alienandonos de Brasil y otros aliados que ven esas elecciones como una consolidación del éxito del golpe. Honduras necesita elecciones nuevas justas y libres —que no estén bajo el gobierno del golpe— para avanzar y tener un gobierno reconocido.

Esas elecciones deben supervisadas por observadores internacionales, a diferencia de las del 29 de noviembre, para que sean reconocidas tanto por la comunidad mundial como por el pueblo de Honduras.

Fuente: impre.com

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Según algunos líderes hondureños de New Bedford las elecciones fueron un "gran circo"

Por: HECTOR RACINE, Equipo Expreso
NEW BEDFORD-Mass. -Como se sabe, el pasado domingo se celebraron elecciones en Honduras, en donde resultó ganador el señor Porfirio Lobo, del Partido Nacional, quien obtuvo el 55 por ciento de los votos; mientras Elvin Santos, del Partido Liberal, quien, por cierto, fue vicepresidente de Manuel Zelaya, recibió únicamente 39 por ciento de los sufragios y según las informaciones de los medios locales e internacionales, la votación fue masiva.
Sin embargo el presidente derrocado Manuel Zelaya, al final de las votaciones desde la embajada de Brasil, donde se encuentra asilado, aseguró, que la mayoría de los hondureños no salieron a votar y que más de la mitad del país, no acudieron a las urnas y que las elecciones habían sido fraudulentas e ilegales,
El Latino Expreso, salió buscar algunas reacciones entre la comunidad hondureña que reside en la ciudad de New Bedford y la mayoría comentaron que las elecciones "fueron un verdadero montaje, un gran circo".
"Entre los miembros de mi familia que viven allá había veinte personas inscritas para votar y ninguna se prestó para votar en ese gran circo montado", dijo indignado el líder y empresario hondureño, Orlen Castro, quien está permanentemente en contacto con la comunidad hondureña, porque envía sus remesas al país centroamericano.
"La mayoría de mis compatriotas, me dijeron que tampoco acudieron sus respectivas familias a las urnas y que están decepcionados de lo que está pasando en su país. Mientras no restituyan en el poder al Presidente Constitucional de Honduras, en mi país no habrá paz", agregó Castro.
"Al día siguiente de las elecciones en Honduras, yo estuve revisando el Internet y todos los medios informativos y ningún gobierno, y me dio vergüenza que ningún gobierno felicitara a Lobo; únicamente la mayoría de los presidentes de la región, felicitaban al nuevo presidente de Uruguay, José Mujica, porque también celebraron elecciones el pasado domingo", se lamentaba Orlen Castro.
"Es ridículo que en mi país, actualmente haya tres presidentes; el presidente Constitucional Manuel Zelaya, el presidente golpista Roberto Micheletti y ahora Porfirio Lobo. Esto simplemente no puede ser. Honduras no se merece ésta situación causada por los militares", enfatizó.
Por su parte Juan Ortez, otro líder hondureño, miembro del Centro Comunitario de Trabajadores (CCT), de la ciudad de New Bedford, coincidió con lo expresado por Castro y dijo que, las elecciones habían sido un montaje para tratar de resolver el problema de Honduras, pero que, "bajo un régimen golpista no se puede celebrar elecciones".
"Yo creo que los problemas de Honduras, con estas elecciones se van agravar más porque la gente sigue descontenta, el señor Lobo, por más que quiera buscar la unidad nacional no lo va a lograr mientras no hagan justicia con el señor Zelaya".
David Rolando Oliva, opinó lo mismo.
Fuente: zwire.com
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Reconocimiento de las elecciones hondureñas es un peligro para Latinoamérica

HONDURAS SOMOS TODOS-AS!
¡HONDURAS SOMOS TODOS-AS!
¡VIVAN LOS HIJOS DE MORAZÁN!

Para el viceministro de Relaciones Exteriores de Venezuela, Alejandro Fleming, “el reconocimiento de las elecciones ilegítimas en Honduras que ha hecho un pequeño grupo de países, pone en peligro la infraestructura democrática de América Latina, porque 'blanquear' la dictadura significa legitimar los golpes de Estado en la región”.

“No podemos ser cómplices y blanquear la dictadura militarista en Honduras reconociendo unas elecciones que además de ilegítimas e ilegales representan un delito internacional”, advirtió el viceministro.

Las declaraciones fueron ofrecidas por el viceministro Fleming, durante su participación en la IV Conferencia Nacional Italia – América Latina y el Caribe, celebrada éste jueves en la ciudad de Milán.

Para Fleming, Honduras es víctima de un férreo golpe de Estado militar y aceptar las elecciones significaría convertirse en cómplices del golpe y de todos los delitos cometidos por la dictadura.

“No solamente la dictadura en Honduras es ilegítima e ilegal, sino que por su naturaleza todos sus actos constituyen delitos,” afirmó Fleming.

“Afortunadamente, la mayoría de los países de América Latina no reconocen los resultados de esas elecciones ilegítimas e ilegales porque no podemos darle validez a un delito,” destacó.

El viceministro además aseguró que las elecciones en Honduras no representan un paso positivo, sino una estrategia de la dictadura militar para legitimarse.

Estados Unidos, Colombia, Costa Rica y Panamá han reconocido las elecciones ilegítimas de Honduras, mientras que la Unión Europea las ha calificado como “un paso adelante”.

Durante su participación en la Conferencia, el viceministro Fleming disertó sobre el desarrollo de las políticas y estrategias dirigidas a lograr el desarrollo óptimo y sustentable de Venezuela.

Sin embargo recalcó que este desarrollo sólo ha sido posible por el desarrollo a plenitud y consolidación de la infraestructura física, social y democrática del país.

“El desarrollo de un país – manifestó el viceministro – es posible única y exclusivamente cuando las condiciones de las infraestructuras democráticas están consolidadas, como es el caso de Venezuela.”

En este sentido, el Fleming señaló que haber revertido el golpe de Estado en abril de 2002, permitió consolidar el proceso democrático en Venezuela.

“Tenemos una población consciente y defensora de los valores democráticos que constituye el principal elemento para la construcción de una democracia y a su vez para el desarrollo de un país,” dijo el viceministro.

El viceministro venezolano también destacó la cooperación internacional que mantienen Italia y Venezuela en el área de infraestructura, que con el desarrollo de grandes proyectos ha permitido la trasferencia de tecnología y conocimiento, particularmente en el área ferroviaria y en el sistema de metros.

En ese sentido, aseguró que a pesar de la crisis financiera mundial, el Gobierno no paralizará ni retrasará los proyectos de infraestructura planificados o actualmente en marcha.

Además, destacó la importancia de la comunidad italiana en Venezuela como partícipes en la construcción del desarrollo nacional, según una nota de prensa del Ministerio del Poder Popular para las Relaciones Exteriores.

Fuente: hablahonduras.com

“Las clases medias altas votaron en masa”

Entrevista con Berta Cáceres, líder del movimiento Feministas en Resistencia de Honduras
Página/12


La dirigente de la resistencia al golpe de Estado afirmó que el domingo pasado los más pudientes fueron casi los únicos que votaron. Y que se vivirán momentos más difíciles, porque “se están legalizando las violaciones a los derechos humanos”.

Berta Cáceres no aparenta sus 38 años, tampoco es fácil adivinar que es madre de cuatro hijos. Menos aún, una de las dirigentes más combativas de la Resistencia hondureña. Pero no bien se larga a hablar, la dulzura de las facciones de su rostro y la amabilidad de sus gestos se pierden en la desesperación y la frustración del relato. “Se están legalizando las violaciones a los derechos humanos y van a ser tiempos difíciles”, pronosticó la líder del movimiento Feministas en Resistencia y una veterana dirigente del Copinh, el Consejo Cívico de Organizaciones Populares e Indígenas de Honduras.

De paso por Buenos Aires para participar de la segunda Conferencia Internacional por la Abolición de las Bases Militares Extranjeras, Cáceres habló ayer con Página/12. La ratificación del golpe que votó el miércoles el Congreso no la había ni sorprendido ni deprimido. “Era lógico”, señaló entre resignada y desinteresada, mientras terminaba su desayuno.

A Cáceres no le interesa discutir sobre el acuerdo que no fue ni las negociaciones que no llegaron a ningún lado. En los últimos meses le tocó recorrer comisarías buscando a tres de sus once hermanos. A su hermana mayor la torturaron, y aunque logró sacarla de la cárcel, todavía está procesada por sedición. Los militares y los golpistas conocen su nombre, pero aun así su mirada está puesta en el futuro. Es lo único que le queda.

–¿Las detenciones y la represión disminuyeron cuando terminaron las manifestaciones masivas en las calles?

–La Resistencia dejó de movilizarse masivamente, pero aumentó su trabajo organizativo en las comunidades. Mirá, nosotros nos parábamos enfrente de la Universidad Pedagógica y no podíamos caminar ni media cuadra que ya nos empezaban a golpear, a tirar gases. Por eso cambiamos, pero la represión también cambió. La dictadura empezó a hacer ataques directos a los barrios para que la gente se diera cuenta de que estamos viviendo en un Estado de sitio real. Los barrios se habían organizado para manifestarse a la noche, en la supuesta seguridad de sus barrios y entre sus vecinos. ¿Qué hicieron los militares? Ellos se metieron y reprimieron de forma tremenda a los jóvenes. Después de reprimir, golpear y torturar a los jóvenes que estaban al frente de las barricadas, se fueron casa por casa tirando gases lacrimógenos, como si estuvieran repartiendo diarios. No les importa nada, si hay niños, ancianos o enfermos. Rompieron una puerta tras otras hasta plantar el terror en los barrios. Y como si no fuera suficiente, en poco tiempo lograron instalar la cultura del orejismo (informantes). Puede ser un vecino cualquiera... se han construido casi un ejército de orejas.

–¿La dictadura logró polarizar y dividir en todos los sectores de la sociedad hondureña?

–Está bien polarizada la situación. Fíjese lo que pasó el 29 noviembre en ese circo que hicieron. Nunca las clases medias altas habían salido a votar en tanta cantidad. Ellos fueron los que hicieron fila para votar. En los barrios, donde se acumula la mayoría de la población, ahí la mayoría se quedó en sus casas. Yo estuve en Tegucigalpa y después crucé todas las comunidades del oriente del país hasta llegar a Paraíso (ciudad cercana a la frontera con Nicaragua). Era un desierto, un desprecio de la gente a ese circo. Hubo barrios que no dejaron que entraran las urnas, en otros no votaron más que el 20 o el 30 por ciento de los vecinos. Pero fue una situación muy difícil. La represión en la semana anterior a las elecciones fue dura, durísima, y el día de las elecciones eran miles de soldados, reservistas y policías.

–Y a pesar de eso casi ni se escucharon denuncias en los últimos días...

–Es que la dictadura es muy inteligente y no pone a los militares frente a las cámaras de los medios internacionales. Pero yo lo vi. En Tegucigalpa había tanques con ametralladoras 60, oiga bien, ¡ametralladoras 60! ¿Para qué lo necesitan si somos un pueblo de-sarmado, pobre? Y eso no pasó solamente en Tegucigalpa, sino en todo el país. Yo no soy de Tegucigalpa, soy de un lugar que se llama La Esperanza, una región indígena en la parte suroccidental del país. En mi pueblo, tres semanas antes de las elecciones anduvieron con tanquetas y ametralladoras. Primero llegaron unos funcionarios golpistas para derribar una placa de agradecimiento al pueblo cubano por su ayuda después del huracán Mitch. Se la llevaron y pusieron una en honor de Micheletti y las fuerzas armadas. Al día siguiente llegaron 800 reservistas y detrás de ellos, Romeo Vázquez Velázquez (jefe de las fuerzas armadas) con Micheletti para inaugurar la placa. Dos días después pasó el candidato presidencial liberal Elvin Santos y 48 horas después tenía que venir el otro candidato, Porfirio Pepe Lobo, pero no pudo porque le organizamos una manifestación grande.

–¿Cómo sigue la Resistencia ahora que el golpe está totalmente consumado?

–Nosotros como movimiento, una fuerza política y social, tenemos desafíos importantes. Uno de ellos es readecuar, reacomodar la fuerza social y la experiencia que hemos adquirido en una nueva correlación de fuerzas político-electorales para encaminar la convocatoria a una Asamblea Nacional Constituyente Popular y Democrática. Ese es ahora uno de los puntos vitales de la Resistencia; sólo una Constituyente puede revertir verdaderamente el golpe de Estado. Los golpistas se equivocaron porque creyeron que la resistencia popular iba a durar solamente cuatro días, pero el pueblo hondureño dio un paso de madurez. Ahora sí sabe la importancia que tiene una Asamblea Constituyente para recuperar soberanía popular, todo tipo de derechos y refundar el país. Lo importante es darle continuidad a lo que venimos haciendo y también trabajar por la construcción de una alternativa político-electoral. Los golpistas no se van a quedar cómodos, les vamos a dar un dolor de cabeza.

Fuentes: www.pagina12.com.ar - www.rebelion.org

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sábado, 5 de diciembre de 2009

Correa dice que no reconoce otro Gobierno en Honduras que no sea el de Zelaya

TeleSUR
El presidente ecuatoriano, Rafael Correa, aseguró este viernes que su país no reconoce a ningún otro Gobierno en Honduras que no sea el del mandatario, Manuel Zelaya, e insistió en que desconoce las elecciones en ese país, que el 29 de noviembre dieron el triunfo al opositor Porfirio Lobo.

Correa, en su habitual informe de los sábados, calificó de gravísimo lo que sucede en Honduras y dijo que es nefasto que se pretenda legitimar el golpe de Estado contra Zelaya con unas elecciones presidenciales fraudulentas.

teleSUR - Efe / MM

La nueva burla de Micheletti al independentismo en Honduras

Percy Francisco Alvarado Godoy

El pasado 28 de noviembre el régimen golpista de Roberto Micheletti dio una prueba más de su esencia rayana en la deshonestidad y de su total desapego por los valores patrios, al conceder la Orden José Cecilio del Valle, en el Grado de Comendador, al connotado terrorista de origen cubano Armando Valladares, en el Salón Diplomático de la cancillería hondureña.

La entrega de tal distinción, el máximo galardón concedido por esa nación a un extranjero, denigra a Honduras y al prócer independista que redactara el Acta de Independencia de Centroamérica y fuera, a su vez, el primer Presidente de las provincias unidas centroamericanas.

Bajo el dudoso argumento de que se honraba por este medio a un fiel protector de los derechos humanos e incondicional amigo de Honduras, los golpistas catrachos supieron estimular a un aliado de sus desmanes, y a quien se enroló en un sucio maridaje con quienes violentaron la Constitución y han reprimido salvajemente al pueblo hondureño.

Enemigo recalcitrante de la Revolución Cubana, detractor de la Revolución Bolivariana, conspirador activo contra el gobierno de Evo Morales y papagayo al servicio del sector ultraderechista norteamericano, Valladares recibió el pago por sus infamias, por asumir las posiciones más reaccionarias con respecto a la crisis hondureña y por capitanear campañas desestabilizadoras contra la elección de Zelaya, a quien acusó en más de una oportunidad de ser aliado incondicional de Hugo Chávez y de sus intentos por imponer el socialismo en América Latina.

Acostumbrado a realizar montajes mediáticos y shows publicitarios que lo han encumbrado a la dudosa fama del mercenario, este apócrifo luchador por los derechos humanos asumió hace unos meses una nueva y bufonesca representación teatral cuando renunció a su cargo de secretario General dentro de la Fundación Human Rights, al oponerse a los cuestionamientos que esta organización promotora de múltiples campañas contra los países del ALBA, hiciera contra el régimen de Micheletti. En esta oportunidad, Valladares expresó en su carta de renuncia: “Lo que Zelaya trató de hacer para esos planes era ilegal. Quiso cambiar la Constitución para reelegirse. La Corte Suprema le advirtió que esa maniobra era inconstitucional y por lo tanto ilegal. El Congreso también le señaló que su pretensión violaba la Constitución hondureña…”

Armando Valladares es un experto en relanzarse dentro del tinglado de servidores al imperialismo. No pierde la menor oportunidad para encontrar una brecha publicitaria que favorezca a su exacerbado afán de protagonismo, sin importarle, incluso, llegar a hacer los más cuestionables pactos con el diablo. Para él, sin lugar a dudas, lo importante es sobresalir, ser tenido en cuenta y ganar de paso favores y unos cuantos dólares para sus bolsillos.

LA ANTIHISTORIA DE UN REDOMADO MENTIROSO

Armando Valladares Pérez nació en Cuba, en 1937 y, al arribar a su juventud, se vinculó con aquellos torturadores al servicio del dictador Fulgencio Batista. Represor y torturador, no vaciló en ensangrentar sus manos con la sangre inocente de decenas de jóvenes cubanos, sin importarle el luto y la repulsa provocada por sus acciones.

Cuando el pueblo cubano derrocó al tirano y orientó sus destinos hacia una sociedad más justa, capaz de favorecer a los desposeídos, Armando Valladares no vaciló un ápice en vincularse con aquellos que intentaron retrotraer la marcha de la historia y que, por medio del más criminal terrorismo, acudieron a la violencia contrarrevolucionaria contra el pueblo cubano luego del primero de enero de 1959. Convertido en terrorista, fue capturado cuando intentaba sabotear lugares públicos como cines y teatros, tratando de colocar petacas explosivas en los mismos, sin importarle las víctimas inocentes que provocaría con sus acciones criminales. Su socio de correrías, Carlos Alberto Montaner, confabulado en los mismos planes terroristas, escaparía de las manos de la justicia revolucionaria.

Como resultado de su actividad extremista, fue capturado en diciembre de 1960 y condenado a una larga condena de prisión, en la que permaneció hasta 1982. Sobre las causas de su detención, este mentiroso redomado trató de ocultar su pasado terrorista, argumentando que fue hecho prisionero por el simple e inocente hecho de negarse a colocar una calcomanía revolucionaria en su buró de trabajo.

Sólo el imperialismo, acudiendo a sus resortes mediáticos inimaginables, es capaz de metamorfosear a un represor y terrorista, ante los ojos de la opinión pública, y convertirlo en un prisionero de conciencia y en un fervoroso luchador por los derechos humanos.

A esta sucia campaña se prestaron los sectores anticubanos a nivel internacional, la mafia terrorista de Miami y sus acólitos europeos, quienes lo presentaron mediante el más espurio marketing como un poeta inválido, encerrado en prisión injustamente.

Muchos fueron los crédulos y muchos fueron los engañados o los que se dejaron engañar en ese entonces. Ante los reclamos del presidente francés François Mitterrand, quien hizo gestiones personales con el Comandante en Jefe, Fidel Castro, para lograr la excarcelación de Valladares, Cuba decidió, en un acto de buena fe, le liberó. La pésima actuación de Valladares y su falsa invalidez quedaron al descubierto cuando abandonó su sillón de ruedas y subió caminando a la aeronave que lo trasladaría fuera de Cuba.

Sin embargo, la campaña anticubana por relanzar el caso Valladares se mantuvo, a pesar de que el fraudulento inválido no era otra cosa que una broma de mal gusto. El PEN Club de Francia le concedió el Premio Libertad, a la par que Amnistía Internacional lo catalogara como preso de conciencia, en una clara burla a los propios fines para los que fue creada esta organización, lo que ha contribuido a verla como parcializada en sus informes.

El pinochezco engendro de la guerra mediática contra Cuba todavía era útil y la contrarrevolución internacional no vaciló en edulcorar su imagen. Con la aparición de un poemario de dudosa autoría hay quien dice que fue realmente escrito por Carlos Alberto Montaner, titulado Desde mi silla de ruedas, el gobierno de Ronald Reagan comenzó a emplearlo como baza en sus campañas anticubanas, nombrándolo embajador de los Estados Unidos ante la Comisión de Derechos Humanos de la ONU. Asimismo, la administración Reagan le otorgó la Medalla Presidencial del Ciudadano.

EL ACTUAL RECICLAJE DE VALLADARES

Armando Valladares, convertido en vocero de las campañas anticubanas, ha sido presentado en diversos foros internacionales para lanzar sus diatribas contra Cuba, con la complacencia de las administraciones norteamericanas, recibiendo a cambio el repudio de las naciones progresistas y de aquellos que son renuentes a ser engañados por este falso luchador por los derechos humanos. Con el dinero de la CIA ha atacado permanentemente a la Revolución Cubana, ha actuado igualmente como conspirador en las actividades desestabilizadoras en Venezuela y Bolivia, bajo la engañosa fachada de la Human Rights Foundation, la Resistencia Internacional y la Coalición Europea de Comités Pro Derechos Humanos en Cuba, al igual que ha bendecido cualquier campaña contra las naciones progresistas del ALBA y los movimientos revolucionarios latinoamericanos. Dentro de este concepto de papagayo al servicio de la contrarrevolución internacional, emulando con su socio Carlos Alberto Montaner, fundó el Proyecto Valladares, supuestamente para proteger los derechos de los niños, olvidándose de que muchos niños cubanos hubieran muerto por las bombas que él colocaría en 1960 en cines y teatros de la Habana.

Las ansias de protagonismo y dinero le llevaron al negocio de la especulación inmobiliaria en Cantabria, España. Con el apoyo del Gobierno autónomo de Cantabria y subvenciones públicas de la Unión Europea cercanas a los 60 millones de euros, se lanzó a un proyecto de parques temáticos conocido como Ciudad del Cine y las Artes. Para estos propósitos se valió de la empresa Celtus Parques Temáticos, perteneciente al fondo de inversión VFM de Miami. Como era de esperarse, Valladares nunca ha actuado con transparencia y sus socios españoles en el negocio cantábrico le han denunciado por estafa, falsificación y apropiación indebida.

Otra de sus actividades más sobresalientes en estos años lo ha sido el prestarse para maquinar y participar en oscuras componendas y tenebrosas conspiraciones, valiéndose de su aureola como luchador por los derechos humanos. Vinculado a Human Rights, creada en el 2005 por otro servidor de la CIA de origen venezolano, Thor Halvorssen Mendoza, Valladares ha asumido seriamente su papel como ente desestabilizador contra los países del ALBA. No resultó extraño que, mientras elaboraba un tendencioso informe sobre la Situación de los Derechos Humanos en Bolivia, participara como supuesto observador de Human Rights en ese país, a la par que conspiraba con Thor Halvorssen y Hugo Achá Melgar, éste último su representante en Bolivia, para asesinar al presidente Evo Morales y a otros dirigentes bolivianos.

En marzo de 2009 quedó evidenciado el papel de Valladares en la conspiración magnicida que implicaba a Human Rights con asesinos croatas y húngaros.

La parcialización de Valladares y Human Rights con la contrarrevolución derechista y separatista boliviana, llegó al extremo de defender a un grupo de personas implicadas en el asesinato de 18 campesinos en la localidad boliviana de Porvenir, entre los que se encuentra el prefecto del departamento de Pando, Leopoldo Fernández.

Human Rights no solo utiliza el tema de los derechos humanos con una finalidad política e ideológica, sino como elemento de persecución contra aquellos que ponen al desnudo su esencia contrarrevolucionaria al servicio de la CIA. Mediante la Moving Picture Institute, un engendro de su guerra mediática en el campo de la filmografía, Human Rights se ha dedicado a desinformar sobre la realidad en países como Cuba, Venezuela, Bolivia y Ecuador, así como a denigrar a figuras que se oponen a la política interna y externa de los EE UU, como es el caso del documentalista Michael Moore.

LA HONRA DE LA DESHONRA

Al recibir la Orden José Cecilio del Valle, en el Grado de Comendador, se produce una grave ofensa contra el sentimiento independentista de los hondureños. La burla no es solo de quien ofrece tal condecoración, sino también de quien la recibe.

La profanación del nombre del líder independentista centroamericano al ser condecorado un terrorista y detractor con la medalla que lleva su nombre, es un hecho imperdonable. Con tal acto se premia a la mentira, a la deshonestidad, al terrorismo, al apócrifo luchador por la justicia, que no hizo otra cosa que llevar a los asesinos del pueblo hondureños un mensaje de solidaridad de parte de gentes como Otto Reich, los ultraderechistas Ileana Ros Lehtinen, Mario y Lincoln Díaz Balart, los mafiosos de Miami y la más cavernaria cofradía reaccionaria dentro del congreso de Estados Unidos.

La bendición de este nuevo golpe de estado en Honduras: la realización de elecciones amañadas a partir del olvido de la constitucionalidad y el desconocimiento de los legítimos derechos presidenciales de Manuel Zelaya, cierran un capítulo de oscuras maniobras pero, por suerte, abren el camino hacia la radicalización de la lucha del pueblo hondureño por su independencia definitiva.

Fuente: SMT Transcripciones

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Honduras y el miedo a la democracia

Por Miguel Ángel Sandoval*

La situación hondureña cada día se hunde más en las honduras políticas. El evento electoral fue sin violencia, pero no por decisión de los militares y golpistas hondureños, sino debido a una madura apuesta de la resistencia de ese hermano país. En efecto, la resistencia apostó a la vía política, al derrocamiento de los golpistas sin uso de la fuerza, y sobre todo, a la derrota de las urnas sin asistir a ella s, y sin contar con partidos políticos en primera instancia, y si con una amplia fuerza social, articulada, con sus limitaciones, pero con un proyecto político de largo alcance.

Ese proyecto tiene que ver con la democracia participativa, con las gentes ejerciendo sus derechos y movilizada. Es lo que hemos visto en los días posteriores el golpe y las elecciones. Las diputadas de la oposición han desenmascarado al congreso, conocido como la chanchera, con perdón de los puercos. Y la movilización continúa, de la misma manera que la conciencia que el fraude fue de naturaleza escandalosa.

La victoria de la resistencia es de magnitud insospechada y sobre todo, es algo que con los días crece. Las cifras oficiales no sirven de mucho para analizar el fenómeno ocurrido el 29 de noviembre. Esas cifras solo nos permiten intuir la magnitud del fraude y la desvergüenza del coro de golpistas del continente. En pocas palabras hubo fraude, hubo ilegalidades por parte de los golpistas y sus aliados externos. En Guatemala los medios hicieron todo lo posible por validar el fraude, pero como los hechos son testarudos, ahora sabemos en parte la realidad de los hechos.

El día siguiente del fraude vimos caravanas de hondureñas y hondureños desfilar con el dedo limpio, como una muestra de que no participaron en la farsa, ni para anular el voto pues eso podía dar idea de mucha asistencia. Y supimos que la gente declaró estado de sitio popular contra el golpe, con la consigna de permanecer y todo el día del domingo 29, de 6 de la mañana a 6 de la tarde en sus casas, para hacer más vergonzosa la derrota del estado hondureño y los golpistas. Pero además, poco a poco, aparecen las incongruencias de los golpistas que todavía no tienen datos firmes y sólidos de los “resultados” del domingo 29 de noviembre.

Los estados unidos, convertido en el principal elector en la fiesta cívica hondureña, dicen ahora: yo no fui, fue teté. Y se lamentan de que no se haya reinstalado a Mel Zelaya en la presidencia, y bla, bla, bla. Pero lo cierto del caso es que los países democráticos de la región no reconocen al mentado Porfirio Lobo que nunca tuvo piel de oveja, pues supimos desde siempre que se trataba de un hijo de la oligarquía y los golpistas.

Brasil, Venezuela, Ecuador, Guatemala, Nicaragua, Cuba, Argentina, Uruguay, la Comunidad Europea y muchos países más, no reconocen el resultado de la farsa electoral hondureña. Hay pues un pulso político regional, y sobre todo, lecciones para todos que debemos tomar en cuenta. Todo parecería indicar que hay una embestida imperialista o si se prefiere, antidemocrática en la región. Y asistimos a una situación en donde prevalece el miedo a la democracia como lo he escrito desde hace un par de años. El tiempo le dará, sin duda ninguna, la razón a la resistencia hondureña.

*Excandidato presidencial por la Unidad Revolucionaria Nacional Guatemalteca URNG-MAÍZ

Fuente: www.albedrio.org

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